Não vejo a hora de escrever não apenas sobre os devaneios que constituem a vida que quero para mim, e sim desta mesma vida, com tudo o que ela tiver, como uma concretude, uma prova de que eu nasci para rabiscar minha história com minha letra mais bonita, sem olhar para trás.
quinta-feira, 29 de dezembro de 2016
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Pode levar tudo, menos o meu direito de sentir
Me deixa chorar pelo que eu perdi e pelo que eu posso perder. Me deixa não me arrepender de absolutamente tudo o que digo. Me deixa escolher...
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Não precisa se explicar, só não cala essa carícia no ar, queimadura doce de bala... Deixemos para depois os erros e acertos dos heróis...
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