Não vejo a hora de escrever não apenas sobre os devaneios que constituem a vida que quero para mim, e sim desta mesma vida, com tudo o que ela tiver, como uma concretude, uma prova de que eu nasci para rabiscar minha história com minha letra mais bonita, sem olhar para trás.
quinta-feira, 29 de dezembro de 2016
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Perdoa, por favor, tudo o que eu não deixei de ser
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Hoje olho para ti e penso que até certa primavera eu nem moça o era, mas mera menina de pouco senso do melhor para si. Tu, círculo de...
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