Não vejo a hora de escrever não apenas sobre os devaneios que constituem a vida que quero para mim, e sim desta mesma vida, com tudo o que ela tiver, como uma concretude, uma prova de que eu nasci para rabiscar minha história com minha letra mais bonita, sem olhar para trás.
quinta-feira, 29 de dezembro de 2016
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Sublime
Pela palma da mão que o destino decreta como serenata o amor que mal se notava na palavra não dita agora grita e faz chorar de alegria em ba...
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Eu tenho medo de te magoar, de te afastar, de ser cruel contigo, como sou com os outros…
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Não precisa se explicar, só não cala essa carícia no ar, queimadura doce de bala... Deixemos para depois os erros e acertos dos heróis...
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As pessoas Veem umas às outras Como querem, E o que sobra é a verdade Sem termos muito o que fazer. A aparência aos olhos desses...
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