Pela palma da mão
que o destino decreta
como serenata
o amor que mal se notava
na palavra não dita
agora grita
e faz chorar de alegria
em bacia,
chuva e escuridão
e mostra sua mais fina obra
digna de se louvar
num pedaço de pão
de dia que renasce e sobra.
que o destino decreta
como serenata
o amor que mal se notava
na palavra não dita
agora grita
e faz chorar de alegria
em bacia,
chuva e escuridão
e mostra sua mais fina obra
digna de se louvar
num pedaço de pão
de dia que renasce e sobra.
28/01/2026