que a ponta de uma caneta
ou lápis.
Não há rio mais bravo
que o rio de tinta que percorremos
ao atravessarmos as terras vastas
de papel.
Não há coração mais dúbio
e incerto
do que o de quem vive
das palavras.
De noite ou de dia, Só porque gostava, Só porque podia, Me escolhia, Me devorava Como o que mais sacia. Uma e outra vez Me buscava Ou de peq...
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