Rabisca diário e poema
sem pena
no que sobra
dos cadernos de escola.
Canta música velha
como se tivesse plano,
tocasse piano
e tivesse vitrola.
Vive de manobra
e como chama
de amor,
com mais espaço na cama.
E até o final do verso
talvez ao senhor
pareça tão séria,
mas a tanta coisa um olhar é propenso.
29/03/2020
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Não precisa se explicar, só não cala essa carícia no ar, queimadura doce de bala... Deixemos para depois os erros e acertos dos heróis...
Se a arte é-te ar, são te pira inspirar.
ResponderExcluirGK
Talvez.
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