Não me espanta que eu escreva sobre as mesmas coisas nos últimos tempos. Os ciclos continuam os mesmos, o cerne da minha dor permanece do mesmo jeito, no mesmo lugar. Mas eu espero ser forte para não perder a paciência, muito menos deixar de lutar para que isso termine.
sábado, 16 de julho de 2016
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Sublime
Pela palma da mão que o destino decreta como serenata o amor que mal se notava na palavra não dita agora grita e faz chorar de alegria em ba...
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Eu tenho medo de te magoar, de te afastar, de ser cruel contigo, como sou com os outros…
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Não precisa se explicar, só não cala essa carícia no ar, queimadura doce de bala... Deixemos para depois os erros e acertos dos heróis...
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