Flor bela,
feito estrela
já é visceral,
um tanto ideal
de morrer e matar.
Aí vem Raimundo
cortando fundo
quando musica
voz que nunca foi pudica
e pá!
Nada sobra, nada fica,
abre fenda
que só arrebenta.
3 de setembro de 2019
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Cifra II
Talvez por uma letra conheci mais de ti sem mesquinharia depois de anos de ausência do que se ainda estivesses aqui, e aquela porta se abris...
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Eu tenho medo de te magoar, de te afastar, de ser cruel contigo, como sou com os outros…
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As pessoas Veem umas às outras Como querem, E o que sobra é a verdade Sem termos muito o que fazer. A aparência aos olhos desses...
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Não precisa se explicar, só não cala essa carícia no ar, queimadura doce de bala... Deixemos para depois os erros e acertos dos heróis...
Como é bom ler poesia de verdade...!
ResponderExcluirGK
É purificador, não?
ExcluirNão sabia da combinação Fagner e Florbela e nossa, é furacão.
- LBS