Nem te conto, querido!
Às vezes chega a madrugada
e sem ter que pensar em nada
noto o peito tão doído...
Ainda cheio daquilo que falta
e não parece pertencer
a alma de mulher
ainda menina, buscando calma...
E se debulha pelo olho
escorrido feito manteiga
que tu conheces tão bem...
Apesar de tudo vai e se entrega
àquilo que planto e colho
de cada saudade que ainda vem...
21/09/2017
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Os dias continuam os mesmos e ainda assim tanto já mudou
Eu ainda moro na mesma cidade, na mesma casa, com os meus pais. Ainda não sei cozinhar. Não tive filhos, nunca me casei. Tenho dificuldade ...
-
Muitas vezes, ficamos tanto tempo estagnados numa condição que a possibilidade de mudança é encarada com um misto de estranheza ...
-
Ainda em setembro me lembro de novembro e entendo a ele e ao nove. Queres que eu prove como debaixo de terra e pele é por ele e nele ...
-
Não precisa se explicar, só não cala essa carícia no ar, queimadura doce de bala... Deixemos para depois os erros e acertos dos heróis...
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Obrigada pelo feedback!