Papel que
me ouve;
caneta que
sempre falou
por mim.
O papel
acumula minhas
gastas energias;
a caneta
as transmite
sem duvidar.
Palavras que
não tenho
coragem de
dizer, mas
que o
papel eterniza.
Sentimentos que
tento entender
e que
a tinta
com paciência
me explica.
domingo, 23 de outubro de 2016
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Os dias continuam os mesmos e ainda assim tanto já mudou
Eu ainda moro na mesma cidade, na mesma casa, com os meus pais. Ainda não sei cozinhar. Não tive filhos, nunca me casei. Tenho dificuldade ...
-
Muitas vezes, ficamos tanto tempo estagnados numa condição que a possibilidade de mudança é encarada com um misto de estranheza ...
-
Ainda em setembro me lembro de novembro e entendo a ele e ao nove. Queres que eu prove como debaixo de terra e pele é por ele e nele ...
-
Hoje olho para ti e penso que até certa primavera eu nem moça o era, mas mera menina de pouco senso do melhor para si. Tu, círculo de...
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Obrigada pelo feedback!