com teu abraço,
o teu carinho,
o teu mimo.
Tu me estragas
pois a fera
que dizes que sou
faz-se mansa
na tua mão.
Teu veneno
é bem-vindo,
parece tão doce,
alivia a velha dor
no calor
que permanece.
Perdoa por eu ainda me importar tanto com o que os outros pensam. Perdoa eu precisar do verão e de roupas decotadas para lembrar que sou mul...
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