Diabo
tão meu,
sussurra-me,
concede-me os meus
fundos desejos
de poeta.
Cobra-me
teu preço,
empresta-me tua beleza,
vem e despe-me
a alma
na fé que hoje
já não existe.
Queima aqui
e faz de mim
mera estrofe,
dá-me um sopro de vida
e morte
na fronteira entre
loucura e razão.
sexta-feira, 25 de novembro de 2016
Assinar:
Postar comentários (Atom)
A vida é feita de muitos medos e de várias coragens também
Eu sou a pessoa que tem medo de nunca encontrar seu lugar. De nunca poder sair de onde está. Que tem medo de falar do que não gosta porque n...
-
Muitas vezes, ficamos tanto tempo estagnados numa condição que a possibilidade de mudança é encarada com um misto de estranheza ...
-
Ainda em setembro me lembro de novembro e entendo a ele e ao nove. Queres que eu prove como debaixo de terra e pele é por ele e nele ...
-
Não precisa se explicar, só não cala essa carícia no ar, queimadura doce de bala... Deixemos para depois os erros e acertos dos heróis...
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Obrigada pelo feedback!