Olhe-me
como quem
aceita o
meu coração;
meu amor.
Abraça-me
como se
no mundo
ou agora
não houvesse
mais ninguém.
Se quiser
fazer elogio,
seja sucinto
e sincero
e diga
como se
só eu
pudesse ouvi-lo.
Leia-me,
decifra-me
devora-me
a alma,
os sentidos.
Ensina-me
a andar
teu caminho
de pedras
contigo.
domingo, 29 de novembro de 2015
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