Na curva do
teu pescoço escondo
minhas lágrimas amargas.
Ao teu silêncio
entrego meus medos
e tantas dúvidas.
Em teu abraço
guardo minha alma
e corpo cansados,
maltratados pelos invernos
nublados e tristes...
Em tua mão
encosto a minha
e entrego meu
coração ainda sonhador
e que tenta
muito se conhecer...
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Cifra II
Talvez por uma letra conheci mais de ti sem mesquinharia depois de anos de ausência do que se ainda estivesses aqui, e aquela porta se abris...
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Eu tenho medo de te magoar, de te afastar, de ser cruel contigo, como sou com os outros…
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Não precisa se explicar, só não cala essa carícia no ar, queimadura doce de bala... Deixemos para depois os erros e acertos dos heróis...
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As pessoas Veem umas às outras Como querem, E o que sobra é a verdade Sem termos muito o que fazer. A aparência aos olhos desses...
Então,chove no Sul... essa tua poesia vai na alma. Mbom,grato...
ResponderExcluirChuva e poesia combinam porque no fundo nos lavam a alma :)
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