Não quero que nada
seja mais importante do
que a minha sanidade. De quê
adianta eu querer uma vida,
se não sei lidar com ela? Eu
quero me sentir uma pessoa, não
uma máquina.
Pela palma da mão que o destino decreta como serenata o amor que mal se notava na palavra não dita agora grita e faz chorar de alegria em ba...
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Obrigada pelo feedback!