Sai de cena,
cai do palco,
tira do encalço
toda e qualquer pena.
Tira a face
tua que tem outro nome
e assume a tua fome,
da alma cada pequeno enlace.
E ao descer, não assiste
apenas, ao que te pertence,
mas vai, vive e escreve
e finalmente te convence
que tu vales por ser quem insiste
em lembrar da luz que sempre teve.
14/07/2017
segunda-feira, 18 de setembro de 2017
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