que a ponta de uma caneta
ou lápis.
Não há rio mais bravo
que o rio de tinta que percorremos
ao atravessarmos as terras vastas
de papel.
Não há coração mais dúbio
e incerto
do que o de quem vive
das palavras.
Eu me importo mesmo com o sofrimento e a alegria dos outros? Sou movida mesmo pelas tristezas deles? Tenho interesse genuíno em fazer compan...
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